Levantamento passa a testar 13 nomes para a eleição de 2026 e inclui cenários de segundo turno e avaliação do governo Lula
O Instituto Datafolha inicia, a partir desta sexta-feira (19), uma nova rodada de pesquisa sobre a disputa presidencial de 2026. O levantamento amplia o número de pré-candidatos avaliados e passa a incluir nomes como o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (DC).
Além das intenções de voto, o instituto também irá medir a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), indicadores econômicos e a opinião dos entrevistados sobre temas da agenda nacional, entre eles a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos Estados Unidos.
Nos cenários de primeiro turno, os entrevistados serão apresentados a uma lista com 13 possíveis candidatos. São eles: Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Joaquim Barbosa (DC), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Aécio Neves (PSDB) e Edmilson Costa (PCB).
O levantamento também avaliará três simulações de segundo turno. Os cenários testados colocam Lula frente a Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
Na pesquisa anterior, divulgada em maio, Lula aparecia com 40% das intenções de voto em um cenário de primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 31%, uma diferença de nove pontos percentuais. Na comparação com o levantamento anterior, a vantagem do presidente havia aumentado de três para nove pontos.
Nas projeções de segundo turno divulgadas naquele levantamento, Lula alcançava 47% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro. Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, o presidente registrava 48%, ante 39% do ex-governador de Goiás. O mesmo percentual foi observado no cenário contra Romeu Zema, que também aparecia com 39%.
Serão 2.004 eleitores entrevistados presencialmente. A pesquisa foi encomendada pela Folha da Manhã (que edita a “Folha de S. Paulo”) a um custo de R$ 307,6 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Fonte: Jamildo






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