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“Falta formação e informação”, diz diretor de produtora de cannabis medicinal sobre médicos

Associação produtora de cannabis medicinal tenta parceria com Simepe, para instruir profissionais de saúde

“Falta formação e informação”, diz diretor de produtora de cannabis medicinal sobre médicos

Por: Redação
13 de abril de 2026
in Notícias
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Associação enfrenta obstáculos para conseguir disponibilização de tratamentos pelo SUS; a cannabis medicinal pode ajudar mulheres com endometriose

Falta formação e informação. É assim que o engenheiro agrônomo e diretor-executivo da Aliança Medicinal, Ricardo Hazin Asfora, define a relação atual entre médicos especialistas e o tratamento à base do óleo de cannabis. A fala do diretor para o PodJá – O Podcast do Jamildo vai ao ar neste sábado (11) às 14h. 

A Aliança Medicinal é a primeira fazenda urbana de cannabis do Brasil. O grupo funciona em caráter associativo, sem fins lucrativos, e opera com autorização judicial, no município de Olinda. 

A associação conta com mais de 17 mil pacientes em todo o país, mas ainda enfrenta obstáculos para recomendações médicas de seus tratamentos.

Como modo de aumentar sua gama de pacientes, o engenheiro conta com uma abordagem mais proativa, difundindo as informações médicas que eles já têm conhecimento, a fim de alcançar mais profissionais da saúde. “A gente tem uma quantidade de informação disponível muito grande de casos que dão certo, de dosagens que funcionam”, diz.

“A gente gosta muito do jogar em casa”, afirma. Asfora conta que costuma convidar os especialistas ao local de produção das plantas para explicar aos médicos como o processo funciona. “Eles veem uma apresentação altamente técnica, falando um linguajar que eles entendem”, diz.

“Você vê, no início da visita, aquela tensão, todo mundo sem saber o que vai ver, e, no fim, todo mundo tranquilo”, detalha. 

Além disso, o grupo disponibiliza aos possíveis associados interessados listas de profissionais que tenham a “prática de prescrição”. Isso também é feito porque os médicos não costumam estudar o assunto na faculdade, conforme aponta Asfora.

O diretor afirmou que a associação tenta uma parceria com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), na qual seria disponibilizada uma formação continuada sobre o tema da cannabis medicinal para os profissionais de saúde.

“A gente precisa formar os médicos porque eles é que vão fazer, cada vez mais, a disponibilização dessa ferramenta”, afirma.

Cannabis medicinal no SUS

Sobre a disponibilidade gratuita do tratamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), Asfora discorda da forma como está sendo conduzida. Segundo ele, o processo de incorporação dos medicamentos à rede pública não está sendo feito por meio de instituições experientes e consolidadas, como a Aliança Medicinal. 

“Eles estão criando um novo caminho. E, nesse novo caminho, eles vão ter que desenvolver estudos novos, modelos de distribuição, modelos de patologia… Tá se perdendo muito tempo. Quem tem dor, tem pressa!”, declara.

Diferença entre a cannabis medicinal e a maconha

Outro desafio enfrentado pela associação foi, e ainda é, a desvinculação do tratamento de cannabis medicinal com a maconha recreativa. 

Segundo o diretor da Aliança Medicinal, as duas vêm da cannabis sativa. A maconha é consumida sob “uso”, ou seja, sem a ciência de procedência, dosagem ou tipo do material. Na cannabis medicinal, a folha sativa é utilizada como insumo para o tratamento médico, “como outras plantas”. 

O engenheiro afirma que a padronização e o controle de qualidade do medicamento são o que possibilita a recomendação médica. “A cannabis medicinal é esse compromisso da gente com a planta de tratar como insumo farmacêutico, insumo médico”, explica.

‘Foram muitos anos falando só do mau uso da planta… O que se pode trazer de benefícios para a sociedade é mais de dez vezes, 100 vezes o que se falou de mal”, posiciona. 

Não deixa doidão, mas ajuda no tratamento de patologias 

Perguntado se, assim como na maconha recreativa, o medicamento pode deixar as pessoas “meio aéreas”, Asfora negou: “As dosagens pré-escritas são dosagens baixas”. Há exceções; em casos de pacientes que se encontrem em estado grave, a dosagem pode ser maior, o que pode desencadear a “onda”. No entanto, tudo é feito apenas com necessidade comprovada por prescrições médicas. 

Óleo de cannabis medicinal

De acordo com Asfora, a cannabis medicinal ajuda no tratamento de patologias como ansiedade, depressão, fibromialgia, Alzheimer, Parkinson, endometriose, entre outras. O medicamento também pode ajudar em fases naturais do corpo humano, como no caso da menopausa.

A explicação é de que os fitocanabinóides conseguem se distribuir em todos os sistemas do corpo, ampliando o leque de tratamentos. 

Fonte: Jamildo

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