Secretário da Casa Civil afirma que governadora tratou de alianças com MDB e Republicanos e prioriza formação de chapas proporcionais
O secretário da Casa Civil de Pernambuco, Túlio Vilaça, afirmou que a ida da governadora Raquel Lyra (PSD) a Brasília, na quarta-feira (25), incluiu tratativas políticas além de compromissos administrativos. Segundo ele, a gestora se reuniu com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, para discutir possíveis alianças com a legenda, que deve incluir o senador Fernando Dueire, candidato à reeleição, na chapa.
A declaração foi dada nesta quinta-feira (26), em Olinda, durante a abertura do Congresso da União de Vereadores de Pernambuco. De acordo com Vilaça, o governo estadual iniciou uma rodada de conversas com diferentes partidos visando à formação de alianças para o próximo pleito, inclusive o Republicanos.
“Estamos conversando com todo mundo. Esse é o momento de conversar com todas as lideranças. Não estamos fazendo distinção. Vamos montar uma chapa competitiva e para isso vamos ter que ter conversa com todos os atores políticos”, disse.
O secretário relatou que a reunião da governadora com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), também incluiu diálogo político. “Nós tivemos com o ministro Silvio Costa Filho tratando de agendas administrativas, mas a política sempre é colocada em pauta“, afirmou.
“É o momento de estarmos conversando com todo mundo. O Republicanos é um partido importante para qualquer movimento político que haja. Estamos tratando de um projeto partidário”, continuou.
Segundo Vilaça, a prioridade neste momento é estruturar chapas proporcionais competitivas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa. A composição da majoritária, incluindo eventual candidatura ao Senado, deverá ser discutida em etapa posterior.
“Até porque o prazo que existe não é para definição de Senado. Nós estamos focados em compor e preparar uma chapa muito competitiva para deputado federal e para deputado estadual. Estamos focando nisso. As conversas que temos do ponto de vista partidário são na composição e na montagem de chapa. Esse assunto de Senado e de majoritária a gente vai tratar mais para a frente”, declarou.
Questionado sobre eventual dificuldade na formação da chapa majoritária, o secretário negou obstáculos. “De forma nenhuma. Nós não vamos ter dificuldade, queremos ter uma chapa muito competitiva, uma chapa que aglutine e que traga uma condição ainda melhor de disputar essa eleição. Então, acredito que isso é uma questão de tempo e nós vamos usar o tempo que a gente tem. E o palanque vai ser ampliado”, finalizou.
Fonte: Jamildo






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