Durante giro pelo interior, João Campos filia prefeitos de Santa Cruz e Ipubi ao PSB e amplia base política no Sertão de Pernambuco
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), iniciou o giro pelo interior do estado na sexta-feira (3) e voltou com sua base política no Sertão ampliada, ao filiar dois prefeitos que formavam a base da governadora Raquel Lyra (PSD), sua adversária no pleito de outubro.
Na segunda-feira (6), em Santa Cruz, o prefeito Cachoeira deixou o Avante, legenda alinhada à governadora, e oficializou filiação ao Partido Socialista Brasileiro. Ele foi eleito em 2024 com 8.020 votos, o que representa 74,59% dos votos válidos. A adesão ocorreu durante visita de João Campos ao município, que incluiu caminhada com lideranças políticas do Sertão do Araripe e apoiadores.
Já nesta terça-feira (7), o socialista abona a ficha de filiação do prefeito de Ipubi, João Marcos Siqueira, também ao PSB. Ele foi eleito pelo PSD, com 9.804 votos (52,02%). Com a mudança, o gestor é mais um se afasta da base da governadora.
Antes de chegar ao Sertão, o pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas cumpriu agendas no Agreste, nos municípios de Brejo da Madre de Deus, onde acompanhou a Paixão de Cristo no teatro de Nova Jerusalém e Bonito.
Na segunda-feira, ele esteve em Araripina, onde percorreu trechos da PE-585 e fez críticas à infraestrutura estadual. “A PE-585 é um retrato de que dá para fazer muito melhor em Pernambuco”, afirmou.
João Campos também cumpriu agenda ao lado do prefeito Evilásio Mateus (PDT), numa visita estratégica, porque o pedetista apoia a chapa com a governadora Raquel Lyra, Miguel Coelho (União Brasil) e Fernando Dueire (PSD), para o Senado. Já nas proporcionais, Roberta Arraes (PP) e Fernando Filho (União Brasil), para deputados estadual e federal, respectivamente.
A viagem começou com ex-prefeito do Recife passando por Juazeiro do Norte, no Ceará, terra do bisavô Miguel Arraes, onde visitou o monumento ao Padre Cícero. O gesto é o mesmo do pai de João, Eduardo Campos, quando se candidatou à presidência e pediu a bênção ao ‘padim’, em junho de 2014.
Fonte: Jamildo





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