Gilson Machado viajou para Flórida para encontrar Flávio Bolsonaro no CPAC e disse que a direita não foi derrotada na eleição presidencial
O deputado federal eleito e ex-ministro do Turismo Gilson Machado (PODEMOS) viajou nesta semana aos Estados Unidos para participar da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) e se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Após o evento com lideranças do movimento conservador internacional no resort Mar-a-Lago, do presidente Donald Trump, Gilson publicou registros nas redes sociais ao lado do senador e afirmou ter levado o apoio dos eleitores que votaram em Flávio na recente disputa pela Presidência da República.
“Eu trouxe o abraço de quase 60 milhões de brasileiros que entenderam a missão de Flávio Bolsonaro e acreditam na mudança do Brasil. Estamos juntos e focados no trabalho que não parou“, declarou o ex-ministro.
Gilson defende votação da direita e critica aliados
Em vídeo gravado durante o deslocamento para os Estados Unidos, Gilson rebateu avaliações de que a direita saiu fragilizada do processo eleitoral e criticou setores do próprio campo político que estariam tentando isolar a família Bolsonaro após o resultado das urnas.
“Muita gente pergunta: e agora, como é que vai ser a direita? A direita tem 60 milhões de votos. Tem muita gente que quer colocar a tarja de derrotado em Flávio Bolsonaro, nos candidatos da direita. Inclusive gente da própria direita hoje, que estava sempre sabotando a gente“, afirmou o ex-ministro.
“Não foi derrotado, não. Tivemos 60 milhões de votos. As pessoas que fazem o Brasil funcionar, de fato, votaram em Flávio Bolsonaro“, completou Gilson ao comentar o cenário pós-eleitoral brasileiro.
Discurso de Flávio Bolsonaro no resort de Trump
Flávio Bolsonaro discursou no evento na quinta-feira (5). O candidato viajou para os Estados Unidos logo depois da apuração das eleições presidenciais e com a autorização do recolhimento de seu passaporte. A Justiça reteve o documento do senador pelas investigações que o envolvem em um escândalo de lavagem de dinheiro.
Ao lado do organizador da conferência, Matt Schlapp, Flávio discursou em tom de mobilização para a militância conservadora ao avaliar o cenário político no Brasil e nos Estados Unidos.
“Ainda não chegou o fim, muita coisa pode acontecer. Grandes coisas estão por vir e eu sei que não foi o fim para o Brasil e não foi o fim para a América“, declarou o parlamentar.
O encontro também contou com a participação de Eduardo Bolsonaro (PL), que se mudou para o Texas em 2025. Durante a agenda na Flórida, os parlamentares se reuniram com o ator norte-americano Jim Caviezel, escalado para interpretar o ex-presidente Jair Bolsonaro na cinebiografia “Dark Horse”. Eduardo é foragido após ser condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) por articular pressões e sanções nos Estados Unidos contra o Brasil.
Fonte: Jamildo





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