A franquia de games Sonic também conquistou sucesso nos cinemas. Com três filmes de bilheteria expressiva e aprovação do público, um quarto capítulo já está em produção.
Você já assistiu a “Sonic 3” e ficou com dúvidas sobre o que acontece no final? Ou está curioso para saber se a trama é fiel aos jogos? Neste artigo, explicamos tudo o que acontece.
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
Sinopse de Sonic 3
O filme continua a saga do ouriço Sonic, agora ao lado de Knuckles e Tails, em sua missão de proteger a Esmeralda Mestra. Após o desaparecimento do corpo do Dr. Eggman, o trio enfrenta uma nova ameaça: a força especial G.U.N. A trama revela segredos do passado que podem mudar o destino do mundo.
Sonic 3: final explicado do novo filme da franquia
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
No clímax do filme, Gerald Robotnik, avô de Eggman, revela que seu plano é destruir a Terra, além da base da G.U.N. Isso leva Sonic, Tails, Knuckles, Shadow e o próprio Eggman a se unirem para derrotá-lo e impedir que o laser devastador seja disparado.
Após conseguirem desviar o laser de atingir o planeta, Sonic retorna à sua forma normal, perdendo os poderes da transformação em Super. Durante sua queda em direção ao planeta, Knuckles e Tails se unem para salvar o herói. Para isso, utilizam o último anel de teletransporte de Sonic.
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
Enquanto isso, o Dr. Eggman permanece na nave, que está prestes a entrar em colapso. Caso a nave exploda no núcleo do planeta, liberará uma radiação devastadora. Shadow, em um ato heroico, tenta deter a destruição para salvar a Terra.
O desfecho deixa questões em aberto: Dr. Eggman e Shadow sobreviveram? A resposta fica para os próximos filmes da franquia.
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Destaques do final
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
Despedida de Eggman: um momento emocionante entre Eggman e Rocha, marcando o possível encerramento do arco do vilão.
Salvando a Terra: Sonic, Knuckles e Tails conseguem evitar o impacto que colocaria o planeta em risco.
Morte Aparente de Eggman
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
O personagem de Jim Carrey, o icônico Dr. Eggman, tem uma morte aparentemente definitiva. No entanto, os roteiristas Pat Casey e Josh Miller indicaram que isso pode ser apenas mais um truque. Eggman já “morreu” e ressuscitou em “Sonic 2”.
Cena pós-créditos
Sonic the Hedgehog 3 (2024) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
Sobrevivência de Shadow: na segunda cena pós-créditos, Shadow recupera um de seus anéis inibidores e sobrevive. A breve aparição deixa claro que ele pode retornar em futuros filmes da saga.
Para saber mais sobre as cenas pós-créditos, confira esse link.
Quando Sonic 3 foi lançado nos cinemas?
O filme estreou em 25/12/2024.
Sonic 3 já chegou ao streaming?
Ainda não está disponível em plataformas de streaming.
A estreia da segunda temporada de Ruptura estreia no dia 17/01, com uma primeira temporada que se propôs a deixar os espectadores sem fôlego e, com certeza, cumpriu com perfeição esse papel.
Lançada em 2022, a série da Apple TV Plus apresentou uma história intrigante sobre trabalhadores em uma empresa de tecnologia que, após um procedimento experimental, têm suas mentes divididas em duas: uma vive normalmente fora do escritório e a outra nunca consegue sair.
A temporada foi tensa e surpreendente, e a segunda temporada segue o mesmo caminho, aprofundando-se ainda mais nos mistérios de seu universo.
Atenção! Abaixo, haverá spoilers da primeira temporada da série. Não prossiga se você ainda não assistiu.
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Ruptura foi um sucesso na primeira temporada graças a uma trama cheia de mistérios – Imagem: Apple
Ruptura continuará de onde a primeira temporada parou
A série gira em torno da Lumon Industries, que criou um processo de divisão mental para manter segredos, fazendo com que os “innies” (funcionários dentro do sistema) não saibam nada sobre a vida fora do trabalho.
No final da primeira temporada, Mark descobre que sua esposa, dada como morta, está viva, o que deixa um grande cliffhanger.
Na segunda temporada, a trama retoma logo após esse evento. Mark é introduzido a uma nova equipe, e a história explora novas dinâmicas enquanto os personagens tentam entender o que realmente acontece dentro da empresa.
A temporada aborda o crescente interesse público sobre as condições dos “innies” e como a Lumon responde a isso, tentando minimizar os danos à sua imagem.
Embora ainda não se saiba se a segunda temporada resolverá todos os mistérios, ela continua a expandir a narrativa de maneira inteligente, explorando questões sobre o controle das corporações e a manipulação da realidade.
No geral, Ruptura comprova que não é uma série excelente apenas por ser surpreendente, mas por sua consistência em manter o suspense e expandir suas ideias de forma inovadora.
Nova temporada de Ruptura deve voltar com altas doses de suspense – Imagem: Divulgação/Apple TV+
Um novo estudo revela que produtos químicos conhecidos como PFAS (substâncias perfluoroalquil e polifluoroalquil), encontrados principalmente em medicamentos prescritos e outros produtos de consumo, estão contaminando a água potável de milhões de americanos.
Esses compostos, conhecidos por sua resistência à degradação, acabam sendo despejados em rios e lagos pelas estações de tratamento de águas residuais, que não conseguem removê-los adequadamente.
Isso ocorre porque as tecnologias atuais de tratamento, usadas por 70% da população dos EUA, não conseguem filtrar esses químicos, que podem retornar ao abastecimento de água potável.
O estudo feito por Bridger Ruyle, cientista de engenharia ambiental da NYU, e publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, estima que aproximadamente 23 milhões de americanos estão expostos a esses produtos químicos por meio das águas residuais.
Tecnologias atuais de tratamento de água nos EUA não conseguem filtrar todos os produtos químicos – Imagem: Ulrike Leone/Pixabay
Outras descobertas do estudo
Os PFAS são problemáticos porque permanecem no ambiente e no corpo humano por longos períodos, podendo causar uma série de problemas de saúde, como problemas de tireoide, infertilidade e alguns tipos de câncer.
Embora as pessoas sejam expostas a esses compostos de diversas maneiras, a água potável é uma das fontes mais preocupantes.
Quase metade da água potável nos EUA está contaminada com PFAS, e as estações de tratamento de águas residuais desempenham um papel importante nesse processo, recebendo águas contaminadas de residências e indústrias.
Apesar de a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ter implementado regras em 2024 para reduzir as concentrações de seis PFAS na água potável, o estudo encontrou que os compostos regulamentados pela EPA representavam apenas 8% dos produtos químicos presentes nas amostras analisadas.
A maioria era composta por outros PFAS e produtos farmacêuticos. O uso de PFAS pela indústria farmacêutica é um fator adicional, já que esses compostos são difíceis de degradar, tanto no corpo humano quanto nas estações de tratamento.
As mudanças climáticas agravam a situação, já que a seca reduz a quantidade de água natural disponível para diluir os produtos químicos presentes nas águas residuais, enquanto a produção de águas residuais humanas continua.
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Mudanças climáticas causam impacto negativo na situação – Imagem: Imagem: Madlen/Shutterstock
Em regiões propensas à seca, a reutilização de águas residuais já se tornou uma fonte importante de água potável, tornando esses sistemas mais vulneráveis à contaminação.
Especialistas afirmam que a melhor solução seria evitar que os PFAS entrem no ambiente, em vez de confiar apenas em tecnologias de tratamento caras e avançadas.
Os especialistas recomendam que as pessoas filtrem a água da torneira para reduzir a exposição, mas a solução a longo prazo está na prevenção do uso de PFAS e na melhoria das tecnologias de tratamento de águas residuais.
A pesquisa destaca a importância de entender melhor as fontes desses compostos para reduzir sua presença no ambiente e proteger a saúde pública.
Embora algumas produções fracassem na crítica, isso não impede que elas atraiam uma grande audiência aos cinemas. O fenômeno de grandes bilheterias, apesar da recepção fria da crítica, é mais comum do que parece.
Confira abaixo oito exemplos de filmes que foram massacrados pela crítica especializada, mas faturaram alto nas bilheterias.
The Da Vinci Code (2006) / Crédito: Sony Pictures Releasing (divulgação)
8 filmes com bilheterias gigantes, mas com críticas negativas
Venom (2018)
Universal+ (Prime Video Channel)
O filme do anti-herói “Venom” dividiu opiniões entre público e crítica, com recepção amplamente negativa em relação ao roteiro. Apesar disso, o longa encontrou um público cativo, tornando-se um enorme sucesso de bilheteria.
Rotten Tomatoes: 30% de aprovação crítica (4.1/10).
Metacritic: 35/100 de aprovação crítica.
Mesmo com as críticas desfavoráveis, “Venom” brilhou nos cinemas. Com impressionantes US$ 856,1 milhões em bilheteria mundial, um resultado expressivo.
Universal+ (Prime Video Channel)
Orçamento: US$ 100–116 milhões.
Bilheteria: US$ 856,1 milhões.
O filme é uma adaptação dos quadrinhos da Marvel, trazendo o anti-herói Venom como protagonista no universo cinematográfico da Sony, separado dos filmes do Homem-Aranha, que sãodo MCU
Onde assistir: Universal+ (Prime Video Channel).
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 (2011)
The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1 (2011) / Crédito: Summit Entertainment (divulgação)
Os filmes da Saga Crepúsculo são pouco apreciados pela crítica, e “Amanhecer – Parte 1” é frequentemente apontado pela mídia especializada como um dos piores.
Segundo o consenso, o filme é mal dirigido, os personagens são mal desenvolvidos, a trama é redundante em relação aos filmes anteriores e, em muitos momentos, cai no humor involuntário.
Rotten Tomatoes: 26% de aprovação crítica (4.40/10).
Metacritic: 45/100 de aprovação crítica.
Apesar disso, o longa foi a quarta maior bilheteria de 2011, arrecadando US$ 712,2 milhões em todo o mundo.
The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1 (2011) / Crédito: Summit Entertainment (divulgação)
Orçamento: US$ 127 milhões.
Bilheteria: US$ 712,2 milhões.
O longa é a primeira de duas partes adaptadas do romance “Amanhecer”, de Stephenie Meyer.
Onde assistir: Netflix, Amazon Prime Video e Telecine.
O Código Da Vinci (2006)
The Da Vinci Code (2006) / Crédito: Sony Pictures Releasing (divulgação)
A recepção crítica de “O Código Da Vinci” foi majoritariamente negativa. Praticamente todos os aspectos técnicos do filme foram mal avaliados, como a direção sem inspiração e o roteiro confuso.
Rotten Tomatoes: 25% de aprovação crítica (4.80/10).
Metacritic: 46/100 de aprovação crítica.
No entanto, o longa foi um enorme sucesso comercial, arrecadando US$ 760 milhões em todo o mundo e se tornando a segunda maior bilheteria de 2006.
Orçamento: US$ 125 milhões.
Bilheteria: US$ 760 milhões.
Baseado no romance homônimo de Dan Brown, “O Código Da Vinci” é estrelado por Tom Hanks. Na trama, um assassinato no Louvre revela pistas em obras de Da Vinci, levando à descoberta de um segredo religioso guardado por séculos.
Onde assistir: Max.
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Transformers: A Era da Extinção (2014)
Transformers: Age of Extinction (2014) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
O quarto filme da franquia de filmes “Transformers” foi massacrado pela crítica e é o que possui a pior aprovação de toda a série.
O consenso dos especialistas apontou a duração extensa e a direção confusa e pouco vigorosa de Michael Bay como os piores aspectos do longa.
Rotten Tomatoes: 18% de aprovação crítica (4.00/10).
Metacritic: 32/100 de aprovação crítica.
Contudo, o filme foi a maior bilheteria de 2014, arrecadando mais de US$1,104 bilhão em todo o mundo.
Orçamento: US$ 210 milhões.
Bilheteria: US$ 1,104 bilhão.
Transformers: Age of Extinction (2014) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)
Mark Wahlberg estrela como um inventor que encontra Optimus Prime e, junto com sua filha, se vê em meio a uma batalha entre Autobots e Decepticons.
Onde assistir: Netflix, Disney+, Paramount+ e Telecine.
Jurassic World: Domínio (2022)
Jurassic World Dominion (2022) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)
Tentando apelar pela nostalgia, “Jurassic World: Domínio” trouxe de volta Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum ao elenco. Porém, a performance desinteressada do trio foi destacada pelos críticos.
Além disso, a trama e as cenas de ação foram avaliadas como apáticas, monótonas e distantes do legado da franquia.
Rotten Tomatoes: 29% de aprovação crítica (4.80/10).
Metacritic: 38/100 de aprovação crítica.
Jurassic World Dominion (2022) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)
Entretanto, o filme é a terceira maior bilheteria de 2022, tendo arrecadado mais de US$1 bilhão em todo o mundo.
Orçamento: US$ 265 milhões.
Bilheteria: US$ 1,004 bilhão.
Dirigido por Colin Trevorrow, o longa é a terceira parcela da série “Jurassic World” e a sexta da franquia “Jurassic Park”.
Onde assistir: Netflix.
Cinquenta Tons de Cinza (2015)
Fifty Shades of Grey (2015) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)
Além de ter sido detonado pela crítica, “Cinquenta Tons de Cinza” ganhou 5 prêmios, incluindo Pior Filme, no 36º Framboesa de Ouro.
Rotten Tomatoes: 25% de aprovação crítica (4.30/10).
Metacritic: 46/100 de aprovação crítica.
Todavia, o longa quebrou vários recordes de bilheteria, arrecadando US$569,7 milhões em todo o mundo.
Orçamento: US$ 40 milhões.
Bilheteira: US$ 569,7 milhões.
Fifty Shades of Grey (2015) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)
Baseado no romance de E. L. James, o filme segue uma jovem recém-graduada (Dakota Johnson) que começa um relacionamento sadomasoquista com um bilionário (Jamie Dornan).
Onde assistir: Globoplay (plano padrão).
Emoji: O Filme (2017)
The Emoji Movie (2017) / Crédito: Sony Pictures Releasing (divulgação)
A animação “Emoji: O Filme” foi detonada pela crítica, que apontou o roteiro fraco, o humor sem graça e a falta de originalidade como os principais defeitos. O filme ainda ganhou quatro prêmios no Framboesa de Ouro.
Rotten Tomatoes: 6% de aprovação crítica (2.90/10).
Metacritic: 12/100 de aprovação crítica.
Porém, o filme foi um sucesso comercial, arrecadando mais de 217 milhões de dólares mundialmente.
Orçamento: US$ 50 milhões.
Bilheteria: US$ 217,8 milhões.
A trama segue um emoji de múltiplas expressões que parte em uma jornada para se tornar normal, tendo apenas uma expressão.
A história é baseada na vida de Hunter “Patch” Adams (Robin Williams), um médico que se destacou pelo uso do humor e abordagem humanitária no tratamento de seus pacientes.
Onde assistir: alugar e comprar no Amazon Prime Video ou no Apple TV.
Se você é fã de receitas tradicionais e cheias de sabor, prepare-se para se apaixonar por este clássico: o Bolo de Milho Cremoso! Simples, rápido de preparar e irresistível, este bolo é a escolha perfeita para acompanhar um café fresquinho ou uma tarde em família.
Ingredientes:
1 lata de milho verde (escorrido)
1 xícara de leite
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de óleo
3 ovos
1 xícara de fubá
1 colher de sopa de fermento em pó
Uma pitada de sal
Modo de Preparo:
No liquidificador, bata o milho, o leite, o açúcar, o óleo e os ovos até obter uma mistura homogênea.
Adicione o fubá e o sal, batendo mais um pouco até incorporar.
Por último, acrescente o fermento em pó e misture delicadamente com uma colher.
Despeje a massa em uma forma untada e enfarinhada.
Asse em forno preaquecido a 180°C por cerca de 40 minutos ou até dourar.
Dica Extra:
Sirva seu bolo ainda morno com manteiga derretendo por cima. É de dar água na boca!
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